ECONOMIA

Indústria e serviços puxam crescimento de 0,4% no PIB no 2º trimestre

PIB aumenta 1,0% em relação ao 2º trimestre de 2018, apesar da queda recorde na indústria extrativa
ESCALA CRESCENTE — A indústria de transformação subiu 2,0% no 2° trimestre do ano e impulsionou o crescimento econômico do País — Foto: Marcelo Benedicto

O Produto Interno Bruto (PIB) nacional cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2019, frente ao trimestre anterior. O resultado foi puxado, principalmente, pelos ganhos da indústria (0,7%) e dos serviços (0,3%). Já a agropecuária caiu 0,4%. Na comparação com o 2º trimestre de 2018, o aumento foi de 1,0%. As informações, que fazem parte do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, foram divulgadas hoje pelo IBGE.
Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 1,78 trilhão. Na comparação com o 1º trimestre, o crescimento na indústria foi influenciado pela expansão das indústrias de transformação (2,0%) e construção (1,9%). Já as indústrias extrativas registraram recuo (-3,8%) no período.
“Juntas, as indústrias de transformação e construção respondem por cerca de 70% do setor. Além disso, a indústria de transformação tem peso no segmento de bens de capital, que contribuem para os investimentos internos e externos”, explica a gerente de Contas Nacionais do IBGE, Claudia Dionísio.
Nos serviços, os resultados positivos foram das atividades imobiliárias (0,7%), comércio (0,7%), informação e comunicação (0,5%) e outras atividades (0,4%).
Pela ótica da despesa, as variações positivas ficaram com as despesas de consumo das famílias (0,3%) e a formação bruta de capital fixo (3,2%), enquanto que as despesas de consumo do governo recuaram 1,0%.

Expansão
Na comparação com o 2º trimestre de 2018, o PIB cresceu 1,0%, o décimo resultado positivo seguido nesse tipo de comparação. A agropecuária registrou variação positiva de 0,4%, graças a lavouras como a do algodão e do milho, que tiveram crescimento na estimativa de produção anual de 32,5% e 21,4%, respectivamente.
A indústria também teve expansão, de 0,3%, devido principalmente à atividade de eletricidade e gás, água e esgoto, que cresceu 2,4% por conta do efeito das bandeiras tarifárias. A construção cresceu 2,0%, primeiro resultado positivo após 20 trimestres consecutivos de queda nessa base de comparação. As indústrias de transformação também tiveram crescimento (1,6%) na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Por outro lado, a indústria extrativa (-9,4%) teve sua queda mais acentuada na série histórica.
“A extração mineral ainda sofre os efeitos de Brumadinho e da paralisação de outras barragens para vistoria. As chuvas no Pará também impactaram a indústria de minério de ferro”, explica a gerente de Contas Nacionais.
Os serviços apresentaram aumento de 1,2%, com destaque para os serviços de informação e comunicação (3,0%) e atividades imobiliárias (2,7%). O comércio atacadista e varejista (2,1%) também cresceu.
Pelo lado da demanda, o consumo das famílias continua puxando o avanço, com expansão de 1,6%, nono trimestre seguido de resultados positivos. A Formação Bruta de Capital Fixo avançou 5,2%.
“Mais uma vez, vemos o consumo das famílias influenciando a demanda, além de ter puxado o aumento do comércio varejista. Já o comércio por atacado cresceu graças às indústrias de transformação, principalmente a metalurgia e produção de máquinas e equipamentos. Junto com a importação, a produção doméstica de bens de capital e a construção explicam a aceleração da Formação Bruta de Capital Fixo”, conclui Claudia Dionísio.

Suframa busca aperfeiçoar escritório em Santana e fomentar atividades do porto local

VISTORIA — Alfredo Menezes, Luciano Tavares e Sandro Gomes conhecendo das infraestrutura do escritório local da Suframa no Amapá

Em recente visita ao Amapá, gestores da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) visitaram o posto de fiscalização da Autarquia no município de Santana. Os superintendentes Alfredo Menezes, Luciano Tavares e Sandro Gomes tomaram conhecimento, in loco, das especificidades do trabalho realizado na unidade administrativa, além das demandas dos servidores locais e de quem usufrui dos incentivos da Área de Livre Comércio (ALC) localizada no Estado.
Tânia Maria Barroso, diretora-presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá e servidora licenciada da Suframa no Estado, apresentou a infraestrutura do escritório local, destacando de que forma a nova gestão pode contribuir para resultados mais eficientes na região. “O apoio da administração é essencial para que tenhamos reserva técnica para suprir as necessidades da Suframa aqui, possibilitando que os servidores possam atuar de acordo com a demanda dos usuários dos serviços da Autarquia da forma mais eficaz possível”, disse Tânia.
O superintendente adjunto de Operações, Luciano Tavares, afirmou que “essa visita ao posto da Suframa em Santana foi importante para conhecermos todas as necessidades da Autarquia onde quer que a Suframa atue, para que se possa corrigir gargalos que dificultem o pleno exercício do trabalho dos servidores públicos, além de permitir que sejam prestados serviços de qualidade à sociedade”.

Porto público
Ainda no município, a comitiva da Autarquia seguiu para a Docas de Santana, porto criado com a finalidade original de atender à movimentação de mercadorias por via fluvial, transportadas para o Estado do Amapá e para a Ilha de Marajó. Diante de sua posição geográfica estratégica – próxima do Caribe e com acesso facilitado para os Estados Unidos e União Europeia -, tornou-se uma das principais rotas marítimas de navegação, servindo como porta de entrada e saída da região amazônica.
No local, os superintendentes foram informados pelo gestor portuário Josué Pereira Alves sobre as atividades realizadas no porto e as potencialidades no que tange à movimentação de cargas de insumos regionais. “Atualmente movimentamos minério de ferro, de manganês, bromita… vai pra China, Japão, dentre outros. Além disso, passa por aqui milho, soja”, afirmou Alves.
O superintendente da Suframa, Alfredo Menezes, lembrou das iniciativas propostas pelo governo federal em ampliar a recuperação da infraestrutura de vias por todo o País e que isso deve colaborar com o incremento da importância econômica do porto para o Brasil. “Nós, da Suframa, temos todo o interesse que o porto possa utilizar toda sua estrutura e que as vias e hidrovias que interligam a região sejam aperfeiçoadas. Assim, as empresas instaladas na região podem ter esta opção para escoar suas produções e importar insumos e produtos necessários ao trabalho nos setores primário, secundário e terciário do País. No que pudermos contribuir, contem conosco”, pontuou.

Mudanças no consumo de cerveja no País põem em xeque o ‘modelo Ambev’


COMPORTAMENTO — Consumo de cerveja no Brasil passa por transformações significativas promovidas pela crise econômica

Conhecida pelas altas margens de lucro e pela entrega de bons resultados a investidores, a Ambev tem vivido um momento diferente. Em 2018, ano em que a Bolsa foi o investimento mais rentável do País, com o Ibovespa avançando 15%, as ações da empresa caíram quase 30%. A companhia foi a que mais perdeu valor de mercado, em números absolutos, no ano passado: de R$ 340,7 bilhões para R$ 241,8 bilhões. Desde janeiro, porém, com a Bolsa paulista avançando diante da expectativa de crescimento da economia, a Ambev já recuperou parte das perdas de 2018.
A empresa vinha tendo uma boa performance até 2015 com um modelo baseado em distribuição direta, venda forte em bares e apresentação de suas principais cervejas em garrafas de 600 ml. As transformações do setor nos últimos anos, porém, começam a testar esse modelo, até então, de sucesso.
Para o Bradesco, um dos maiores desafios é o crescimento da venda de bebidas em atacarejos, o que tira da Ambev a vantagem da distribuição direta e de maior alcance, sobretudo em bares. A companhia tem hoje 1 milhão de pontos de venda, enquanto a Heineken (dona de Kaiser e Schin) tem 600 mil e a Petrópolis (da Itaipava), 700 mil. O problema é que a venda de cerveja em supermercados, que não exige um sistema de distribuição tão complexo como o montado pela Ambev, avançou nos últimos anos.
Além disso, em países que atravessaram crises profundas como o Brasil, o consumo não voltou para os bares após a retomada econômica. Em relatório, o Bradesco prevê que a participação da venda de cervejas em mercados aumente dos atuais 38% para 41% até 2022.
Outra barreira no caminho da Ambev é a ampliação dos segmentos “premium” e “de desconto”, e a perda de espaço do segmento intermediário, no qual suas principais marcas (Skol, Antarctica e Brahma) predominam. Na crise, o mercado “de desconto”, em que estão as cervejas mais baratas e cujas marcas não fazem diferença para o consumidor, avançou de 19% para 25%. O “premium”, que não foi afetado pela retração da renda, também cresceu, para 12% – dez anos atrás, beirava os 5%. Resultado: o segmento em que a Ambev tem tradição perdeu espaço.
Apesar de a companhia ter lançado novos produtos para responder a essas mudanças, os resultados não se mantiveram. “A Ambev continua com performance inferior na categoria tradicional enquanto o crescimento no ‘premium’ ainda não se traduziu em maior rentabilidade”, escreveu Thiago Duarte em relatório do BTG Pactual.
O diretor financeiro da empresa, Fernando Tennenbaum, diz, no entanto, que a rentabilidade do segmento “premium” é maior que a do tradicional, mas não dá números.

Concorrência
O banco UBS diz que a Heineken tem consolidado suas marcas, dificultando a recuperação de “market share” da Ambev. O banco fez um levantamento com 1,6 mil consumidores que concluiu que a percepção da Heineken como marca “premium” passou de 20% para 24% no último ano, enquanto a da Stella Artois (da Ambev) recuou de 35% para 31%.

Futuro
Apesar das dificuldades, a tendência é que o setor cervejeiro comece a melhorar lentamente. As projeções apontam para uma recuperação do mercado como um todo, depois de três anos de retração. No acumulado de 2019, com a Bolsa brasileira avançando de forma acelerada, os papéis da Ambev já recuperaram 16% de valor. Ontem, a companhia fechou avaliada em R$ 294,7 bilhões.
Os custos, porém, podem novamente espremer as margens. A Ambev faz operações financeiras para se proteger de oscilações cambiais no curto prazo. Esse impacto costuma chegar 12 meses depois. A alta do dólar de 2018, portanto, vai bater agora na companhia. “É improvável que 2019 seja tão ruim como foi 2016 (para a empresa), mas continuamos vendo pouco espaço para surpresas muito positivas”, destaca o BTG.
O mercado está materializando que as margens (da Ambev) talvez não voltem ao nível pré-2016. A competição e o setor mudaram, afirma um analista. Em relatório recente, o UBS destacou que as margens da empresa não atingirão o patamar anterior à crise antes de 2025.

Estratégia
Ampliar a oferta de produtos é a principal estratégia da Ambev para recuperar mercado e voltar a entregar resultados semelhantes aos anteriores à crise. Desde 2015, a companhia ampliou a linha de suas três principais marcas (Skol, Antarctica e Brahma) com dez lançamentos.
“Nosso portfólio é muito mais robusto do que o de três anos atrás. Fizemos um investimento nas famílias das marcas. Hoje, por exemplo, temos Skol, Skol Hops e Skol Puro Malte. Você pode jogar os produtos em diferentes ocasiões”, afirma o diretor financeiro da empresa, Fernando Tennenbaum.
Apesar de sempre ter se colocado contra o segmento de cervejas “de desconto” – por considerar que, nele, o consumidor não diferencia as marcas -, a companhia também investiu nesse mercado. No ano passado, lançou a Nossa em Pernambuco e a Magnífica no Maranhão, ambas com mandioca em suas receitas e mais baratas que as marcas tradicionais.
O executivo afirma que a entrada no segmento não foi uma estratégia para responder à crise, mas uma “oportunidade” de se relacionar com o público de regiões onde marcas “de desconto” devem predominar sempre. Para Tennenbaum, em outros Estados do País, esse mercado voltará a encolher conforme a economia brasileira se recuperar.
Apesar de a Ambev afirmar não prever uma expansão significativa no segmento mais popular, o lançamento das novas marcas foi bem visto por investidores. Segundo relatório do banco BTG Pactual, os benefícios fiscais concedidos à companhia pelos Estados onde a bebida está sendo produzida permitem que ela seja vendida até 10% mais baratas que a Schin – hoje nas mãos da Heineken – e sem perda na margem de lucro.

Otimismo
Tennenbaum diz ainda estar otimista com a recuperação da economia do País – e, portanto, com a Ambev. “Com o Brasil crescendo, dá para recuperar margem. Quanto (de margem), é difícil dizer.” Ele admite que haverá um impacto do câmbio neste ano decorrente da desvalorização da moeda brasileira em 2018, mas nada que se compare a 2016.
Naquele ano, acrescenta ele, a desvalorização foi de maior magnitude e o resultado da companhia foi também prejudicado pelo aumento do ICMS em vários Estados.
“Agora, a grande dúvida é se vamos voltar a ver o volume (de venda de bebidas). Isso está um pouco na cabeça dos investidores”, responde Tennenbaum, ao ser questionado sobre o desempenho da companhia na Bolsa em 2018.
Estimativas da CervBrasil (associação do setor da qual a Ambev não faz mais parte) apontam que a produção de cerveja no ano passado ficou em 13 bilhões de litros, 8% a menos do que o registrado em 2014, ano recorde. A projeção da entidade para este ano é de alta de 3% no volume caso o governo consiga agilizar as reformas estruturais na economia. Em cenário contrário, deve haver uma estagnação.

Brasileiros estão mais endividados com instituições financeiras

ENDIVIDAMENTO — Seresa alerta para o crescimento percentual da inadimplência entre os jovens e, principalmente, entre os sexagenários

A taxa de inadimplência ao crédito do sistema financeiro no Brasil chegou a 3,04%, ou em termos absolutos R$ 96,6 bilhões de um saldo total de R$ 3,168 trilhões. Os dados preliminares, relativos ao mês de setembro, são do Banco Central (BC). Os valores não discriminam as contas em vermelho de empresas e pessoas físicas. A inadimplência diz respeito a dívidas em atraso há mais de 90 dias.
Conforme o birô de crédito, em setembro, 62,6 milhões de pessoas estavam “negativados”, equivalente à população da Itália ou pouco menos de um terço da população adulta com 20 anos ou mais – conforme cálculo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há 209 milhões de brasileiros,194 milhões com idade a partir de 20 anos (conforme cálculo estimado na última quinta-feira,8).
Em relação às instituições financeiras, tabela das Estatísticas Monetárias de Crédito, disponível para download na página do BC, a inadimplência junto a essas instituições equivalem a 2,7% dos saldos. No caso das instituições financeiras privadas nacionais, a proporção é de 3,8%. Para as instituições financeiras estrangeiras, o percentual é de 2,6%.
A maior parte do montante da inadimplência é devida aos bancos públicos (46,27%). Em segundo lugar, às instituições privadas de capital nacional (41,28%). Em terceiro lugar, às instituições de capital estrangeiro (12,45%).

Crise, desemprego e dívida
“A inadimplência sempre cresce com o desemprego. Quando o país entrou em crise, a partir de 2014, nós tínhamos 51,8 milhões de CPF negativados. A crise, de 2014 pra cá, colocou mais 10 milhões na inadimplência”, descreve Luiz Rabi, economista da Serasa Experian.
Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, confirma que a recuperação do trabalho, e portanto da renda, é o que faz com que quem esteja inadimplente possa colocar em dia as contas em atraso, especialmente os mais pobres. “Quando o consumidor que tem a renda menor voltar para o mercado de trabalho, ele vai pagar a dívida, resolver esse problema”.
Entre 2014 e 2017, cerca de 6,5 milhões de pessoas ficaram sem ocupação (dessas 3,3 milhões tinham empregos formais). Os números do IBGE contabilizam que no período a média anual da taxa de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais idade no Brasil passou de 6,8% (o menor índice da história) para 12,7% – mesmo percentual de junho de 2018, quando a inadimplência atingiu recorde na Serasa.

Cartão, cheque e empréstimo
As dívidas com o setor financeiro são monitoradas pelo Banco Central. Segundo a autoridade monetária, R$ 2 de cada R$ 5 do saldo inadimplente são de cartão de crédito rotativo, que junto com o cheque especial tem o maior custo de financiamento.
O peso da dívida no cartão é desproporcional ao volume de operações realizadas. “Embora represente apenas 2% do saldo de operações de crédito, o cartão de crédito na modalidade rotativo corresponde a 20,8% da carteira inadimplente”, descreve o Banco Central em documento preparado para IV Fórum de Cidadania Financeira, que ocorreu semana passada em Brasília.
Além da dívida do cartão, 13,5% são de crédito pessoal; 12,9% de crédito consignado; 11% de financiamento habitacional e 9,8% de aquisição de carros – um terço do restante inadimplente é formado por diferentes tipos de créditos e financiamentos.

Dívida em família
No mês de maior inadimplência, a faixa etária com a proporção de mais inadimplentes em junho era a de 36 a 40 anos (47,3%). Mas preocupava especialmente à Serasa o crescimento do percentual de pessoas inadimplentes com mais de 61 anos (35%), 2,6 pontos percentuais a mais do que o verificado em 2016.
Por trás de cada modalidade de crédito é possível levantar inúmeras histórias de pessoas e famílias que passam por dificuldades. Esse é o caso da empresária e relações públicas, de 33 anos, moradora de Recife, Maria Clara, nome fictício a pedido para não ser identificada, que se viu forçada pelo banco a ter que contrair dois empréstimos para quitar dívida do cartão de crédito de sua empresa de eventos.
“A dívida de um mês que estava em R$ 18 mil passou para R$ 60 mil. Está no nome da pessoa jurídica, mas quem sofre é a pessoa física”, descreve a empresária que relata que tem todo mês descontados R$ 1.910 do faturamento e ainda encontra dificuldades com o cheque especial. “Tem meses que o plano de saúde fica atrasado”, conta.
O pai de Maria Clara é funcionário público federal, tem estabilidade de emprego, mas mesmo sem se arriscar ao abrir um negócio como a filha se vê endividado e sempre renegociando seus empréstimos consignados e pessoais. “A gente pensa que voltando ao banco e mais uma vez pegando o dinheiro emprestado vai finalmente resolver”, diz Léssio Ferreira, nome fictício.
Segundo ele, com 61 anos, já poderia estar aposentado do trabalho de técnico laboratorista, mas segue trabalhando e agora tenta voltar a ter um segundo emprego “para reequilibrar as contas”.
Dados do Banco Central mostram que a proporção de endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro em agosto era de 41,93% da renda acumulada em 12 meses – excluindo as dívidas com a casa própria, essa proporção cai para 23,68%. O pico da proporção do endividamento das famílias foi em abril de 2015 (46,39%).

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