ESPORTES

REVANCHE

José Aldo espera chance de cinturão nos galos e ‘cutuca’ McGregor: ‘Não sei se consegue lutar ainda’

O lutador garante que está preparado para enfrentar McGregor pela reconquista do cinturão no peso-galo
José Aldo crê que essa é a sua expectativa, brigar pelo cinturão na categoria após vencer Marlon

José Aldo é um dos maiores nomes da história do MMA, e agora esta em busca do título de campeão do peso galo, ele fará sua estreia pela categoria na próxima semana.
O lutador estreia no peso-galo no UFC 245, contra um antigo conhecido e parceiro de treino seu: o também brasileiro Marlon Moraes. A última luta de Moraes foi justamente pelo cinturão dos galos, perdendo para o campeão Henry Cejudo.
Perguntado por uma jornalista se uma vitória sobre Marlon o colocaria como principal concorrente ao cinturão de Cejudo, Aldo foi enfático: “Eu acho que isso é fato. O resultado pode influenciar bastante nessa disputa do peso galo”.
Aldo dominou os penas do UFC durante quatro anos, sendo o campeão invicto da categoria até 2015, quando foi derrubado por Conor McGregor. Mas Aldo descarta neste momento voltar aos penas para desafiar McGregor ou o atual campeão da categoria, Khabib Nurmagomedov.
“Nenhum dos dois eu penso. O Khabib é um grande atleta, campeão, faz por merecer de ser campeão. O McGregor eu não falo, não sei nem se ele consegue lutar ainda”, afirmou Aldo.
O UFC 245 será na T-Mobile Arena, em Las Vegas, na madrugada de sábado, 14 de dezembro.

No Paysandu, grupos se digladiam com acusações de traição

SEMPRE FIEL — O engenheiro Ricardo Gluck Paul comanda o Paysandu desde janeiro. Tem como vices Ieda Almeida, de operações, e Carlos Maurício Ettinger, de planejamento
Por Nilson Cortinhas

Um mês depois da reunião entre o presidente do Paysandu, Ricardo Gluck Paul, com ex-presidentes do Papão como Luiz Omar Pinheiro, Vandick Lima, Alberto Maia e Rui Sales, uma conclusão já é fato: a unidade entre atuais gestores e ex-presidentes do Paysandu não passou de um ‘balão de ensaio’.
Ricardo Gluck Paul, por exemplo, desaprovou a conduta de um ex-presidente, que foi Alberto Maia. Ele relatou parte do que foi conversado em contatos com interlocutores, inclusive, nas suas próprias redes sociais. Além disso, uma exigência de Alberto Maia era a demissão imediata do diretor executivo, Felipe Albuquerque. Gluck Paul não atendeu á exigência. Luiz Omar também considerou o pedido precipitado.
Depois da reunião, especulou-se que Vandick Lima, Rui Sales e Luiz Omar Pinheiro cuidariam do futebol. No entanto, a proposta não foi confirmada. Luiz Omar Pinheiro também ajudaria no processo de construção do Centro de Treinamento do Paysandu, cuja obra está paralisada em Ananindeua, região Metropolitana de Belém. Já Alberto Maia seria um dos gestores da marca Lobo. Nada foi encaminhado.

CRISE FINANCEIRA E DESENTENDIMENTOS
Ricardo Gluck Paul revelou que a ideia da reunião era esclarecer que chegou ao fim o grupo intitulado ‘Novos Rumos’. “Eu pretendia passar a todos a ideia de um manifesto, assinado pelos presidentes. O momento do Paysandu não é bom financeiramente. E precisamos repassar, para o meio externo, que estamos juntos em prol do Paysandu”.
Foi debatido pelo gestor e ex-gestores o projeto da concessionária de energia, em que o torcedor pode contribuir mensalmente com o Bicolor. “Se 5% a 10% dos torcedores aderirem, melhoraríamos muito a nossa condição financeira”, argumenta Ricardo.
Dado o apelo e boa imagem que Vandick Lima tem junto aos bicolores, ele seria uma espécie de garoto propaganda, em ações in loco em bairros pela cidade. O projeto não saiu do campo das ideias e o Paysandu ainda não arrecada como o planejado em função de divergências políticas.
“O problema do Paysandu é colocar o interesse pessoal acima do interesse do próprio Clube. Há pessoas que fazem isso”, disparou Gluck Paul.

Além do anúncio público considerado precipitado pela atual direção bicolor, ainda há que se considerar alguns situações não esclarecidas, sobretudo, com relação à gestão de Alberto Maia.
Durante a semana, Maia conversou com a reportagem e garantiu que deixou o Paysandu em 2016 com as contas devidamente pagas. “Tenho como provar”, garantiu. O problema, no entanto, foi referente a um adiantamento de cotas feitas pela sua administração, que prejudicou os presidentes que o sucederam: Sérgio Serra, Tony Couceiro e o próprio Ricardo Gluck Paul. O assunto é comentado internamente dentro do Paysandu, mas tratada com o sigilo que o caso requer. A informação é que o adiantamento de cotas e taxas da marca Lobo foram na ordem de R$ 5 milhões.

DÍVIDA COM EX-ATACANTE
Um assunto que gera preocupação diz respeito ao acordo firmado com o atacante Bruno Veiga, também na gestão Alberto Maia. Com contrato longo, pagamento de luvas e um bom salário, ficou inviável o pagamento do acordo na sua totalidade. Ricardo Gluck Paul disparou: “O Bruno Veiga é o novo Arinelson, da Curuzu”, disse, preocupado.
Maia comentou o assunto. “Posso provar que deixei tudo pago: os direitos de imagem e os salários de todos os jogadores. Não sei lhe afirmar o que fez o presidente que me sucedeu”, disse.
Arinelson jogou menos de 90 minutos pelo Paysandu em 2004. De acordo com informações, ganhava R$ 6 mil mensalmente. E teve o contrato quebrado com multa rescisória de R$ 1,8 milhão. O valor dobrou considerando os juros. Arinelson se aposentou e tem direito a ganhar R$ 60 mil mensais. Recentemente, o Paysandu tentou renegociar a dívida, alargando-a, ainda sem êxito.

A reportagem localizou o presidente do Paysandu, Ricardo Gluck Paul, que não citou nomes de imediato. Com o desenrolar da conversa, porém, revelou mágoa com Alberto Maia, sobretudo, em assuntos relacionados ao departamento de futebol profissional. “Em 2015, o Paysandu foi eliminado duas vezes para o Remo, foi quarto lugar no Campeonato Paraense. E nós, eu e o Tony (Couceiro), tínhamos o controle do Conselho (Deliberativo). Seguramos a barra e falamos ao Maia: continue o seu trabalho. O inverso não aconteceu. Quando tivemos dificuldade, ele fez colocações em redes sociais. Senti-me traído”, frisou.

A escolha do Catar como sede da Copa de 2022 pelos membros do comitê executivo da Fifa foi um dos estopins da grave crise que abala a entidade desde 2015.
Em outubro de 2015, o ex-presidente da Fifa Sepp Blatter acusou a França. O dirigente suíço mencionou um “acordo diplomático” para que os Mundiais de 2018 e 2022 acontecessem na Rússia e Estados Unidos, mas este plano fracassou após “a interferência governamental de Sarkozy”. O ex-presidente francês nega qualquer intervenção.
Suíça e Estados Unidos também iniciaram investigações relacionadas ao processo de escolha das sedes das duas Copas.

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