NACIONAL

ATACANTE

Fazendo História, Gabigol pode superar Zico e se tornar maior goleador em uma edição do Brasileiro

Gabriel Barbosa está para se tornar, ao lado de Zico, o maior goleador do Flamengo em uma única edição do campeonato

O jogador já tem 21 gols nessa edição do campeonato e 37 gols na temporada. Atacante marca diante do Bahia e repete, em 2019, feito do ‘Galinho’ de quase 40 anos
Enquanto o Flamengo vai ficando cada vez mais perto de se tornar campeão do Brasileirão 2019 , seus jogadores continuam somando números notáveis na grande temporada sob o comando de Jorge Jesus. Neste domingo, 10, diante do Bahia, não foi diferente: Gabigol igualou um recorde de 37 anos que pertencia a Zico, maior ídolo da história do Rubro-Negro carioca.
No final da partida, Willian Arão cobrou falta frontal à área do Tricolor, acertou o travessão e, no rebote, o artilheiro isolado do Campeonato Brasileiro empurrou para o gol aberto, marcando seu 21º gol nessa Série A. Com isso, ele se torna, ao lado do Galinho, o maior goleador do clube carioca em uma única edição do campeonato – empatado com o feito do ex-meia, que fez os mesmos 21 gols em duas edições, 1980 e 1982.
Com seis rodadas ainda por serem disputadas , o atacante de 23 anos pode ainda superar os números de Borges e Jonas, empatados como os terceiros maiores artilheiros em uma única edição da era do Brasileirão por pontos corridos. Nesse quesito, ainda lideram Washington e Dimba , com 34 gols (em 2004) e 31 gols (em 2003), respectivamente.Mais artigos abaixo
Mas essa ainda não foi a única marca de Gabigol diante do adversário desta 32ª rodada. O tento de hoje fez do ex-jogador do Santos o maior artilheiro do Flamengo em uma só temporada no século XXI, superando uma marca até então pertencente a Hernane Brocador .
Líder isolado com dez pontos de vantagem sobre o vice Palmeiras, o Fla encara o clássico contra o Vasco neste meio de semana (13), em jornada antecipada em função da disputa da final da Copa Libertadores diante do River Plate: o duelo no Maracanã está previsto para às 21h30 do horário de Brasília.

Mano aponta a razão de o Flamengo ser o líder isolado do Brasileirão

Mano Menezes diz que Flamengo aplica vários sistemas dentro de um mesmo jogo e isso complica na hora de marcar

Vice-líder do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras ainda busca superar a diferença de oito pontos para o Flamengo na corrida pelo título nacional na temporada 2019. Em participação no programa Bem Amigos do canal Sportv, o técnico do Verdão, Mano Menezes, explicou porque está tão difícil derrubar a equipe carioca.
“É claro que existem particularidades, mas o futebol não esconde as coisas muito tempo. Todo mundo já tem uma noção muito clara do que o Flamengo faz. A diferença é a maneira com que o Flamengo faz. A grande execução”, declarou Mano.
“Porque hoje você não vai para o jogo com o Flamengo e diz ‘o Flamengo joga assim’; ele joga em vários sistemas dentro do jogo, vária mais, tem mais versatilidade, isso gera muita dificuldade em encaixar a marcação”, completou.
O Flamengo mantém a ponta do campeonato com 71 pontos, recorde histórico da era de pontos corridos do Brasileirão na 30ª rodada, contra 63 do Verdão. Os cariocas também tem o melhor ataque disparado, com 64 gols marcados, contra 48 dos paulistas. As equipes postulantes a levantar o caneco enfrentam no Allianz Parque pela 36ª rodada.
“Claro que está muito difícil marcar o Flamengo. Todo mundo já tentou, de maneiras diferentes, e ninguém está conseguindo, poucos times estão conseguindo marcar. Por exemplo, o Athletico-PR marcou relativamente bem. O São Paulo marcou bem”, finalizou Mano.

Como o futebol da região Norte chegou ao fundo do poço

CRONISTA ESPORTIVO — Juca Kfouri é o nome pelo qual o jornalista José Carlos Amaral Kfouri é conhecido em todo o Brasil. Em 1974, tornou-se chefe de reportagem da revista Placar
Por Emanoel Reis

Quando o então editor da revista Placar, jornalista Juca Kfouri, promoveu a primeira reunião com os principais dirigentes do futebol brasileiro, realizada em maio de 1982, no sexto andar do Edifício Abril, localizado na avenida Otaviano Alves de Lima, Marginal do Tietê, São Paulo, o futuro (nada promissor) do futebol da região Norte começava a ser selado.
Nesse encontro foram delineadas as bases que resultaram na criação do Clube dos Treze, e quatro anos mais tarde na eleição de Nabi Abi Chedid para a presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Também quatro anos mais tarde, como resultado da fatídica conferência na sede da Editora Abril, Kfouri assinou excelente contrato com a Rede Globo de Televisão, assumindo a direção de Esportes da poderosa “Vênus Platinada”.

O Clube dos Treze, oficialmente criado em 1987, era uma associação dos grandes clubes brasileiros, com cota de financiamento inicial estabelecida pela Rede Globo de Televisão em R$ 37 milhões, divididos em cinco anos. Ainda na primeira reunião de dirigentes no Edifício Abril, Kfouri expôs os princípios basilares da nascente entidade e, inclusive, chegou a vaticinar que até o final dos anos 1980 o campeonato brasileiro de futebol estaria com outro formato.
Como diretor de esportes Juca Kfouri recebeu carta branca do então todo-poderoso vice-presidente das Organizações Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, para celebrar os acordos necessários visando a exclusividade nas transmissões dos jogos do campeonato pela TV dos Marinho. Nenhuma outra emissora, conforme determinações de Boni, deveria ser contemplada sob risco de rompimento imediato do contrato.
Além de Kfouri, como ponta de Lança, participaram das articulações o então diretor da Central Globo de Comunicações, João Carlos Magaldi, o responsável pela auditoria de todas as empresas das Organizações Globo, especificamente as retransmissoras como a Rede Amazônica, no Amazonas, à qual a TV Amapá é afiliada; Francisco Eduardo Ribeiro e o diretor administrativo-financeiro da Rede Globo, Nilo Sérgio de Almeida.
Tanto empenho dos figurões da Globo não foi por amor ao futebol. Afinal, tratava-se de um filão, à época mal explorado, e que além de render audiência estratosférica, abarrotaria os cofres da emissora de Roberto Marinho com os milhões dos patrocinadores. A trama, ardilosamente engendrada nos bastidores, não permitia improvisações ou amadorismos. Com essas manobras, a Globo assegurou a transmissão exclusiva dos jogos da elite do futebol brasileiro e também eclipsou os campeonatos estaduais que, na ocasião, levavam milhares de torcedores aos estádios.

CARTOLA PODEROSO
Fábio André Koff foi eleito para a presidência do Clube dos 13 em 1996, organização criada em 1987 para defender os interesses políticos e comerciais dos principais times do futebol nacional. Um racha na negociação pelos direitos de TV do Brasileirão acabou “implodindo” o grupo em 2011, quando o gaúcho ainda era o seu principal gestor.

Ao vice-presidente da CBF – Região Norte, Alfredo Nunes, coube a tarefa de convencer os presidentes das federações estaduais de futebol a compartilhar do plano encetado em 1982 e que deveria ser efetivado em sua totalidade a partir dos anos 1990, com a consolidação da liderança de Nabi Abi Chedid à frente da CBF. O objetivo era enfraquecer política e economicamente os principais clubes do Norte e Nordeste, mantendo a distância sem, contudo, perder de vista.
Negociador habilidoso, aos poucos Nunes foi dobrando resistências aparentemente inquebrantáveis. Presidentes de federações e dirigentes de clubes mais afeitos ao tilintar das moedas, capitularam ante o poder de argumentação do vice-presidente. Para ajudá-lo na tarefa, contou com a força de empresas promotoras como a Sports Promotion, capitaneada na ocasião por Kiko Coelho, e com a Top Sport, do carioca Carlos Moreira.
Naquela época, os recursos enviados aos 16 clubes participantes da Liga Norte (Baré/RR, U. Cacoalense/RO, Independente/AP, Ji-Paraná/RO, Moto Clube/MA, Nacional/AM, Oeiras/PI, Paysandu/PA, Rio Negro/AM, Atlético/RR, Remo/PA, River/PI, São José/AP, São Raimundo/AM, Sampaio Corrêa/MA e Vasco/AC) totalizaram cerca de um milhão de reais. Enquanto a Liga Nordeste, com 17 clubes, recebeu da CBF mais de oito milhões de reais. Por que o tratamento discriminatório? Por muito tempo a pergunta ficou sem resposta.
A fusão da LIFA com o Clube da Amazônia introduziu novos elementos no antigo cenário. Surgia a Liga do Norte, com José Licínio Carvalho à frente da nova entidade, e José Walter B. Pacheco na presidência executiva. Com a Liga, “cartolas” estilosos como o então presidente do Paysandu e fundador da LIFA, Arthur Guedes Tourinho, ampliaram a área de atuação e ganharam maior poder de barganha.

REUNIÃO HISTÓRICA — Dirigentes formalizam a fundação da Liga de Futebol do Norte em meio a coquetel e promessas de fortalecimento do esporte na região

Embora acompanhassem o desenrolar dos acontecimentos, os presidentes das federações de futebol do Norte reagiram timidamente quando os ajustes ao Campeonato Brasileiro começaram a ser implantados conforme o projeto estabelecido nos idos anos 1980. O aperfeiçoamento e enxugamento do certame, segundo as perspectivas dos grandes do Rio de Janeiro e São Paulo, resultando no rebaixamento de muitos clubes importantes do Norte e Nordeste. Foi o que aconteceu com os maranhenses Moto Clube e Sampaio Corrêa, com os amazonenses Nacional e São Raimundo, sem falar ainda nos paraenses Paysandu, Remo e Tuna Luso, que em épocas passadas chegaram a brilhar em importantes competições nacionais culminando, inclusive, com a participação do Paysandu na Taça Libertadores de 2004, feito que dificilmente se repetirá.
O jornal paulista A Gazeta Esportiva, edição de 30 de novembro de 1995, publicou ampla reportagem sobre o projeto de enxugamento do Campeonato Brasileiro. Assinada pelo Jornalista Sérgio Baklanos, a matéria, intitulada “O clube que nunca foi dos treze”, dizia que o presidente do Clube dos Treze, Fábio Koff, articulava nos bastidores a realização de um campeonato brasileiro com apenas 12 clubes, com jogos somente aos domingos, transmitidos exclusivamente pela TV Globo. O plano emperrou porque nenhum dos participantes queria correr o risco de perder e ser rebaixado para a Série B.
Em entrevista a Baklanos, Koff contemporizou o entrevero. “O problema é que para aceitar a redução, os dirigentes querem um campeonato de dois turnos, com todos contra todos, para que as chances sejam iguais. Só que dentro do nosso calendário isso é impossível”. Koff fez essa avaliação antes do encontro que teria com a alta cúpula da CBF. Na reunião ficou decidido pelo rebaixamento direto de “concorrentes sem expressão” (clubes do Norte e Nordeste) e garantido aos “grandes” um mecanismo que poderia livrá-los do perigo de rebaixamento. Ou seja, quem ficasse nessa situação enfrentaria o último colocado na tabela em um jogo extra.
Sérgio Baklanos ressalta, ainda, que em nenhum momento o Clube dos Treze cumpriu rigorosamente seu papel. “Mesmo no ano da graça de 87, quando os clubes assumiram o comando da organização do campeonato, as injunções políticas aumentaram a série nobre do campeonato para 16 concorrentes. Assim não prevaleceu a pesquisa nacional feita pela TV Globo que elegia os membros do Clube dos Treze como os de maior poder de arregimentação das massas.”
Conforme o jornalista de A Gazeta Esportiva, mesmo acrescentando mais seis times esquálido campeonato daquele ano, o número parecia insignificante se “(…) comparado com os tempos em que um campeonato do almirante Heleno Nunes era chamado de “Arca de Noé” e seguia sempre em progressão geométrica. Mas em 1987 as condições favoreceram o motim dos grandes, uma decorrência natural das eleições de 1986 na CBF, que chegaram a lembrar os tempos da lei seca de Chicago (EUA).
Sobre as eleições de 1986 na CBF, Baklanos expõe as ações de puro gangsterismo perpetrados pelos dois concorrentes: Nabi Abi Chedid, apoiado pelos paulistas, e Medrado Dias, apoiado pelos cariocas. “O grupo paulista, que apoiou Nabi Abi Chedid, alugou dois ônibus para transportar os eleitores até o Rio, onde instalaram a base de operações comandada por walkie talkies. Os presidentes das federações foram trancados nos apartamentos dos hotéis , e pelo número de “sequestrados”, os cariocas que apoiavam Medrado Dias ganhariam por dois votos.
A logística paulista passou a operar em função de desfazer a diferença e provocar o empate. Por isso, foi montada uma operação de resgate para retirar Antônio Aquino, vulgo “Toninho do Acre”, do hotel dos inimigos, que fez o pessoal da Swatt parecer amador. Um cheque de 400 mil cruzados, emitido por alguém do grupo paulista (que jamais teria fundos) foi entregue ao presidente da Federação Acreana de Futebol, verba que, segundo ele, seria empregada na reforma da sede da entidade, em Rio Branco. Métodos semelhantes de persuasão certamente garantiram o voto em branco de Belmiro Costa (presidente da Federação Amazonense de Futebol), estabelecendo em consequência disso o placar de 13 a 12 para os visitantes (paulistas).
Dessa maneira foi dispensado o desempate por idade, que provocou a inversão da chapa com Otávio Pinto Guimarães na cabeça e Nabi como vice. Mas esse excesso de zelo acabaria custando o cara o grupo, pois Otávio fez questão de exercer o poder. O que levou o grupo paulista aceitar essa imposição era a curta expectativa de vida do ex-presidente da Federação Carioca devido a um câncer de estômago.
No entanto, uma operação espiritual bem-sucedida atrapalhou os planos sucessórios do grupo paulista e a própria condução da CBF. Diante do clima de beligerância entre presidente e vice, o superávit de 20 milhões de cruzados em breve levou as contas da entidade ou vermelho, na ordem de 40 milhões de cruzados. Quebrada, a CBF não tinha condições de negociar e muito menos de bancar o Campeonato Brasileiro de 1987.
Além disso, a Estrutural Propaganda acusou dois assessores de Nabi de tentativa de extorsão de 50 mil cruzados, o que provocou a demissão do diretor de marketing, o famoso Onaireves Moura (do beijo de Judas, no jantar de desagravo ao presidente Fernando Collor). Diante desses antecedentes, Carlos Miguel Aidar, presidente do Clube dos Treze (antecessor a Fábio Koff) associou-se ao então presidente do Flamengo, Márcio Braga, e ambos procuraram a TV Globo para vender-lhe o campeonato sem intermediários.
Segundo Sergio Baklanos, quando Roberto Marinho assinou o contrato, a imprensa esportiva nacional percebeu que o Campeonato Brasileiro havia sido vendido à TV Globo por um prato de lentilhas. Comandados por Aidar e Braga, os dirigentes do Clube dos Treze aceitaram a proposta da Rede Globo no valor de 18 milhões de dólares (cerca de 37 milhões de reais) para um contrato de cinco anos, começando em 1987 com três milhões de dólares para ser rateado entre os times participantes, quer dizer, cabendo aos “grandes” o maior quinhão.
A principal exigência na TV Globo aliás uma determinação foi a CBF conforme baklanos a CBF Deveria encontrar mecanismos para impedir que Clubes das regiões norte nordeste fizessem parte da chamada elite do futebol brasileiro no entender dos estrategistas comerciais da Vênus platinada esses times são nacionalmente inexpressivos em bom português não tem nenhum poder de arregimentação de massa como Flamengo Botafogo São Paulo Corinthians Vasco Palmeiras etc.
O jornalista assinala que a CBF, àquela altura, completamente endividada e rachada ao meio por contendas internas, não pôde trabalhar com afinco pela criação desses mecanismos. Mas, a partir desse momento, lembra Sergio Baklanos, a entidade passou a desenhar alguns esboços que resultariam, no decorrer da década de 1990, no surgimento de incontáveis ferramentas visando o isolamento Regional dos clubes nortista e parte dos clubes nordestinos.
E esses instrumentos foram aparecendo paulatinamente. Na edição dominical do jornal “Correio da Paraíba”, de 25 de novembro de 1990, o colunista Hitler Cantalice comenta sobre o Campeonato Brasileiro de 1991. “A CBF elaborou o plano para o calendário do futebol brasileiro para 199. A partir de Fevereiro, terá início o Campeonato Brasileiro dividido em dois grupos (A e B). O C, que na realidade é a Terceira Divisão, onde estariam os clubes da Paraíba, e a maioria do Norte e Nordeste, simplesmente pelo projeto desapareceu. (…) Chegou a hora de todos se unirem, no Norte e Nordeste, a fazerem frente à turma do Sul. Aliás, estamos diante de uma encruzilhada. De um lado, um anteprojeto de Zico, totalmente inviável e, de outro, agora da CBF, atendendo, mesmo sem querer, os interesses do deletério Grupo dos Treze”.
Os clamores de Cantalice não obtiveram eco. Após esporádicos momentos de apogeu, o futebol da região Norte foi ao fundo do poço, amargando dívidas sobre dívidas, e estacionando nessa posição. Remo e Paysandu, no Pará, são dois exemplos clássicos dessa derrocada. Sob o comando de Artur Guedes Tourinho, o Paysandu conquistou o título inédito de Campeão dos Campeões, disputou a taça Libertadores, lotou estádios, mas, ao deixar a presidência do clube para se candidatar a deputado estadual (inclusive, elegendo-se com o apoio da torcida do time paraense), Tourinho deixou atrás de si um rastro de desolação financeira. O Paysandu vive hoje de glórias passadas.
O clube do Remo, após brilhar na primeira divisão do Campeonato Brasileiro, também entrou em processo de decadência profunda, enredado em dívidas, vítima da malversação, do desleixo e da má-fé de seus dirigentes. Ambos habitam atualmente os porões da terceira divisão, com riscos de bater com os costados na base desse fosso sem nenhuma chance de emergir.
Quanto ao Grupo dos Treze, após pressão dos clubes, que ameaçaram boicotar o Campeonato Brasileiro caso ele continuasse sob controle da CBF, e críticas virulentas veiculadas na imprensa nacional, os dirigentes da entidade e o diretor executivo da Globo Esportes, Marcelo Campos Pinto, acordaram que a Liga Nacional dos Clubes passaria a ser a organizadora oficial do certame nas séries A, B e C. A resolução foi tomada no dia 15 de abril de 2002, com Campos Pinto declarando que a Globo apoiaria integralmente a Liga Nacional e que qualquer acordo de transmissão dos jogos seria feito diretamente com os clubes, sem a interveniência da CBF.

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